A Prefeitura de Glória, no semiárido baiano, emitiu uma nota pública nesta semana em resposta a questionamentos que circularam nas redes sociais sobre o atendimento prestado a uma criança no distrito de Quixaba, no dia 27 de maio de 2026. A criança não resistiu, e informações não verificadas sobre a conduta das equipes de saúde passaram a se espalhar pela internet.
Segundo o comunicado da Secretaria Municipal de Saúde, três equipes atuaram de forma imediata e integrada desde o primeiro chamado: a Unidade de Saúde da Família (USF) Augusto da Silva, a Unidade de Suporte Básico (USB 4) e a Unidade de Suporte Avançado (USA). A gestão municipal afirma que todos os procedimentos previstos nos protocolos do Ministério da Saúde e do SAMU foram seguidos.
A nota destaca que não houve interrupção no atendimento em nenhum momento da ocorrência. Segundo o texto divulgado, as equipes atuaram "de forma imediata, integrada e ininterrupta", até o encaminhamento da criança para a unidade hospitalar de referência da região.
A Secretaria Municipal de Saúde reforça que toda a ocorrência foi conduzida com responsabilidade, agilidade e dentro dos critérios técnicos estabelecidos pelos órgãos reguladores. O posicionamento oficial surge como resposta direta a versões que circularam entre moradores e em grupos de mensagens.
Além de defender o trabalho das equipes, a Prefeitura de Glória pediu cautela à população no compartilhamento de informações não confirmadas. O texto alerta que a disseminação de desinformação pode aumentar ainda mais o sofrimento dos familiares da criança.
A gestão municipal também manifestou solidariedade aos parentes e amigos da vítima. O falecimento de uma criança costuma mobilizar comunidades inteiras, especialmente em municípios de menor porte como Glória, onde os laços comunitários são mais próximos.
Glória fica às margens do Rio São Francisco, na região do Baixo Médio São Francisco baiano, e o distrito de Quixaba é uma das localidades rurais atendidas pela rede de saúde do município. A nota não detalhou a causa do óbito nem forneceu informações sobre a identidade da criança.







