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Política

Planalto Atribui Suspensão de Sanções dos EUA a Moraes ao Diálogo Lula-Trump

O Palácio do Planalto comemora a suspensão das sanções americanas ao ministro Alexandre de Moraes, atribuindo o feito ao diálogo direto entre Lula e Trump.

Redação ChicoSabeTudo
12 de dezembro, 2025 · 22:09 2 min de leitura
Foto: Ricardo Stuckert / PR
Foto: Ricardo Stuckert / PR

A decisão dos Estados Unidos de retirar as sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e à sua esposa, Viviane Barci de Moraes, é vista pelo Palácio do Planalto como um resultado direto da articulação entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. As conversas entre os dois líderes, que começaram em setembro, foram consideradas essenciais para o desfecho positivo dessa questão diplomática.

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Desde o início das tratativas, o presidente Lula fez questão de deixar claro ao então presidente americano que a exclusão de Moraes da Lei Magnitsky era um ponto crucial para o Brasil. Essa legislação dos EUA permite ao governo americano impor restrições a indivíduos considerados envolvidos em violações de direitos humanos ou corrupção significativa.

Lula Pediu Direto e Trump Concordou

Fontes do governo brasileiro indicam que a suspensão das sanções era tratada como uma verdadeira prioridade para o país. A importância do tema ficou ainda mais evidente na última conversa telefônica entre Lula e Trump, realizada no dia 2. Na ocasião, o presidente brasileiro fez um pedido direto para que o enquadramento de Moraes fosse revisto.

Segundo auxiliares próximos, Donald Trump concordou com o pedido e se comprometeu a revogar as medidas, o que foi recebido com alívio e satisfação pelo governo brasileiro. A exclusão de Moraes e sua esposa das sanções remove um obstáculo diplomático significativo para o Brasil.

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“É uma grande vitória do Brasil e do presidente Lula. O pedido foi colocado por Lula de forma altiva e soberana durante o diálogo com Trump.”

Nas redes sociais, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, celebrou a decisão com entusiasmo. Para ela, a retirada das sanções não só representa uma grande vitória para o Brasil e para o presidente Lula, mas também uma clara derrota para a família Bolsonaro. A ministra foi enfática ao classificar a situação como um revés para o que chamou de “traidores que conspiraram contra o Brasil e contra a Justiça”.

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