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Política

Bolsonaro pode precisar passar por nova cirurgia, aponta boletim médico

Após cirurgia para correção de hérnias, médicos avaliam nova intervenção em Bolsonaro caso quadro de soluços não apresente melhora.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
26 de dezembro, 2025 · 13:00 1 min de leitura
Imagem: ChicoSabeTudo.com.br
Imagem: ChicoSabeTudo.com.br

Um boletim médico divulgado na tarde de quinta-feira (25) aponta a possibilidade de que o ex-presidente Jair Bolsonaro seja submetido a uma nova intervenção cirúrgica nos próximos dias. O eventual procedimento teria como objetivo tratar um quadro de soluços persistentes, que vem preocupando a equipe médica.

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Ainda nesta quinta-feira, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia para correção de duas hérnias inguinais. O procedimento foi realizado no Hospital DF Star, em Brasília, teve duração aproximada de três horas e meia e ocorreu sem intercorrências imediatas, segundo os médicos responsáveis.

Pós-operatório

De acordo com a equipe médica, coordenada pelo cirurgião Claudio Birolini, o ex-presidente foi encaminhado ao quarto após a cirurgia e permanece em acompanhamento, sem previsão de alta hospitalar até o momento.

O tratamento no pós-operatório está concentrado em fisioterapia motora e na prevenção de trombose venosa. No entanto, a principal preocupação dos médicos é a otimização do tratamento clínico dos soluços persistentes. Caso não haja resposta satisfatória à medicação e à dieta prescritas, uma nova intervenção cirúrgica poderá ser realizada já na próxima segunda-feira (29).

Autorização judicial

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A cirurgia realizada na quinta-feira foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após solicitação da defesa do ex-presidente.

A defesa também solicitou a manutenção de Bolsonaro em prisão domiciliar durante o período de recuperação. Para embasar a decisão judicial, médicos da Polícia Federal realizaram uma perícia técnica. No laudo, os profissionais afirmaram que, embora a cirurgia tivesse caráter eletivo, a recomendação era de que o procedimento fosse feito “o mais breve possível”, a fim de evitar o agravamento do estado de saúde do ex-presidente.

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