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Mascote de pelúcia será o 'quinto passageiro' em nova missão da NASA rumo à Lua

Batizado de Rise, o boneco servirá como sinalizador de gravidade zero para os quatro astronautas da Artemis 2

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
31 de março, 2026 · 15:01 2 min de leitura

Um pequeno passageiro de pelúcia chamado Rise vai acompanhar quatro astronautas na histórica missão Artemis 2, que levará humanos de volta à órbita da Lua. O mascote foi apresentado pela NASA como o indicador de gravidade zero da nave, um item essencial que flutua assim que a tripulação atinge o espaço.

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O boneco não foi escolhido por acaso. Ele foi desenhado pelo estudante Lucas Ye, da Califórnia, após vencer uma competição mundial que envolveu mais de 2.600 sugestões de alunos de diversos países. O visual do brinquedo é inspirado na famosa foto 'Nascer da Terra', tirada pela missão Apollo 8 em 1968.

Além de carregar o simbolismo da exploração espacial, Rise tem uma função prática a bordo. Quando a nave entra em microgravidade, o objeto começa a flutuar, servindo como um aviso visual simples para os astronautas e para quem assiste à transmissão na Terra de que o ambiente sem peso foi alcançado.

A tradição de levar brinquedos ao espaço já dura mais de 60 anos, tendo começado com os russos em 1967. Outros personagens famosos, como o Snoopy e até dinossauros de pelúcia, já participaram de voos recentes da NASA e da SpaceX para cumprir o mesmo papel de 'termômetro' da gravidade.

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A tripulação da Artemis 2, composta por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e o canadense Jeremy Hansen, já está no Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Eles passam pelos últimos exames médicos e revisões técnicas antes do lançamento, previsto para ocorrer em uma janela que se inicia às 19h24 (horário de Brasília).

Este será o primeiro voo tripulado do programa Artemis, marcando o retorno da humanidade às proximidades da Lua após mais de meio século. Embora esta etapa não preveja o pouso na superfície lunar — o que deve ficar apenas para 2028 —, a missão é o passo mais importante para a retomada da exploração espacial tripulada.

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