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Mais de 8.600 reclamações na Black Friday em dois dias

Entre quarta-feira e a manhã de hoje, Black Friday registra 8.600 queixas, principalmente por atrasos e fraudes em ofertas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
28 de novembro, 2025 · 15:13 1 min de leitura
(Imagem: jamesteohart / Shutterstock.com)
(Imagem: jamesteohart / Shutterstock.com)

A Black Friday, que oficialmente acontece nesta sexta-feira (28), já contabilizou mais de 8.600 reclamações na plataforma Reclame Aqui entre quarta-feira (26) e a manhã de hoje. O número marca uma leve queda em comparação ao mesmo período do ano anterior, que teve 8.800 registros.

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As principais lojas mencionadas nas queixas são Amazon, Mercado Livre, Americanas e Magazine Luiza, destacando a predominância do comércio eletrônico neste ano. De acordo com Edu Neves, cofundador e CEO do Reclame Aqui, a modalidade de compras virtuais atraiu muitos consumidores que pesquisaram durante toda a semana para identificar as melhores ofertas, embora a maioria siga concentrando suas aquisições no dia oficial.

Entre os principais problemas relatados, os consumidores destacaram: 23,25% das reclamações eram referentes a atrasos na entrega, 12,68% sobre produtos não recebidos, e 10,7% relacionadas a propaganda enganosa. Além disso, problemas com estornos e cobranças indevidas também entraram na lista.

As táticas utilizadas para atrair compradores incluem a oferta de frete grátis (50% dos casos) e descontos altos (50%), além de cupons de desconto (35%) e entrega rápida (25%). Entretanto, o alerta sobre fraudes também se intensificou. Foram registrados 431 relatos de golpes, muitos deles originados por sites falsos que utilizavam inteligência artificial para parecer autênticos.

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A agilidade com que os consumidores garantem ofertas faz com que muitos caiam em armadilhas. Uma pesquisa apontou que 42% dos consumidores viram promoções que possivelmente eram fraudes. Os principais sinais de alerta incluem preços excessivamente baixos e a urgência para compra.

As empresas citadas, como Amazon, Mercado Livre e Magazine Luiza, foram contatadas para comentar sobre as situações registradas e suas possíveis ações futuras. A nota será atualizada com o posicionamento das instituições.

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