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Donald Trump convoca donos do Facebook, Google e Dell para novo conselho de tecnologia

Gigantes do setor vão assessorar a Casa Branca em decisões estratégicas sobre Inteligência Artificial e criptomoedas.

Redação ChicoSabeTudo
25 de março, 2026 · 14:15 1 min de leitura

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a criação de um grupo de peso para ditar os rumos da tecnologia no país. O conselho reúne nomes como Mark Zuckerberg (Meta), Jensen Huang (Nvidia) e Larry Ellison (Oracle) para atuar diretamente em temas ligados à Inteligência Artificial.

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Chamado de Conselho de Assessores em Ciência e Tecnologia da Presidência (PCAST), o colegiado terá a missão de orientar o governo sobre como manter a liderança americana no setor tecnológico. A estratégia foca especialmente em IA e no mercado de criptomoedas.

Diferente do primeiro mandato de Trump, quando houve resistência de grandes empresários, desta vez a adesão foi imediata. Além dos líderes citados, o grupo conta com Sergey Brin, cofundador do Google, e Michael Dell, fundador da Dell Technologies.

Ao todo, 13 membros já foram nomeados, mas a expectativa é que o conselho chegue a 24 integrantes. A liderança dos trabalhos ficará sob a responsabilidade de David Sacks e Michael Kratsios, especialistas da Casa Branca em inovação e economia digital.

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Mark Zuckerberg se manifestou publicamente afirmando estar honrado com o convite. Para o dono do Facebook e Instagram, os Estados Unidos têm uma oportunidade única de liderar o avanço global da inteligência artificial através dessa colaboração.

A iniciativa pretende analisar não apenas o desenvolvimento técnico, mas também o impacto das novas tecnologias no mercado de trabalho e na economia. O objetivo é criar regras que facilitem o crescimento das empresas sem perder a segurança nacional de vista.

Embora outros presidentes como Obama e Biden tenham tido grupos semelhantes, o novo conselho de Trump chama atenção pela presença em massa de CEOs de altíssimo escalão logo no início do mandato, sinalizando uma aliança forte entre o governo e as chamadas 'Big Techs'.

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