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Política

Zambelli é agredida por detentas e troca de cela em presídio italiano

Carla Zambelli foi transferida de cela em presídio de Roma após relatar agressões de outras detentas. Defesa alegou risco à integridade física.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
27 de dezembro, 2025 · 11:45 1 min de leitura
Imagem gerada por IA
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A ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi transferida de cela em um presídio localizado na cidade de Roma, na Itália, após relatar agressões sofridas dentro da unidade penitenciária. Segundo a defesa, os ataques teriam ocorrido em ao menos três ocasiões distintas antes do mês de setembro.

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De acordo com o advogado Fábio Pagnozzi, Zambelli comunicou formalmente as agressões à administração do presídio, mas não houve providências imediatas. Ainda segundo a defesa, a justificativa apresentada pelas autoridades prisionais foi a alta rotatividade de detentas na unidade, o que teria dificultado uma resposta rápida ao caso.

Diante do risco à integridade física da ex-parlamentar, os advogados entraram com um pedido para a mudança do local de custódia. A solicitação foi atendida, e Zambelli foi transferida da cela que ocupava no andar térreo para um pavimento superior do presídio. A informação foi divulgada pelo site Metrópoles.

Carla Zambelli está presa na Itália após deixar o Brasil para não cumprir pena decorrente de uma condenação imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no processo que envolve o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ex-deputada é considerada foragida da Justiça brasileira.

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No dia 14 de dezembro, Zambelli comunicou oficialmente à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados a renúncia ao mandato. Com a formalização do pedido, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou a convocação do suplente Adilson Barroso (PL-SP), que deverá assumir a vaga conforme previsto no regimento interno da Câmara e na legislação eleitoral.

O caso segue sendo acompanhado pela defesa da ex-parlamentar, que afirma manter contato com autoridades italianas para garantir a segurança e os direitos da presa durante o período de custódia.

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