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Política

Toffoli mantém acareação do Banco Master no STF, rejeita PGR

O ministro Dias Toffoli, do STF, rejeitou o pedido da PGR para suspender a acareação no caso Banco Master, que ocorrerá em 30 de abril.

Redação ChicoSabeTudo
25 de dezembro, 2025 · 08:44 2 min de leitura
Foto: Andressa Anholete/STF
Foto: Andressa Anholete/STF

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu seguir em frente com a acareação — um tipo de 'encontro' para confrontar diferentes versões — no caso que investiga o Banco Master. A decisão, proferida na noite da última quarta-feira (24), rejeita um pedido feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, que pedia a suspensão do procedimento.

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A tão esperada acareação, que tem o objetivo de esclarecer pontos de vista diferentes entre os envolvidos e investigar supostas irregularidades, está marcada para a próxima terça-feira, dia 30 de abril. A determinação de Toffoli mantém o foco na busca por respostas em um processo que segue em segredo de Justiça.

Quem vai participar da acareação?

Na sua decisão, o ministro Dias Toffoli indicou claramente quem deverá ser ouvido nesse confronto de informações. São três figuras importantes ligadas ao caso, cujos depoimentos são cruciais para a investigação:

  • Daniel Vorcaro: Ele é o atual presidente do Banco Master, a instituição financeira que está no centro da investigação.
  • Paulo Henrique Costa: Anteriormente, ele ocupava o cargo de presidente do Banco de Brasília (BRB).
  • Ailton de Aquino Santos: Diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, órgão responsável por supervisionar o sistema financeiro nacional.

Esses nomes foram escolhidos para ajudar a desvendar as circunstâncias de possíveis fraudes e a entender as divergências que surgiram ao longo da apuração. A acareação é uma ferramenta crucial para a Justiça, permitindo que as partes que apresentaram depoimentos conflitantes se expliquem face a face diante das autoridades.

Decisão rápida do STF

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A rapidez da resposta do STF chamou a atenção. O procurador-geral Paulo Gonet enviou seu pedido de suspensão da acareação ao Supremo na quarta-feira (24). Menos de duas horas depois, na mesma noite, o ministro Toffoli já havia proferido sua decisão, negando o pedido e confirmando a realização do procedimento. Essa agilidade mostra a importância e a urgência que o caso tem dentro da corte.

O inquérito sobre o Banco Master segue sob sigilo, o que significa que os detalhes da investigação não são divulgados publicamente. No entanto, a manutenção da acareação indica que o processo está avançando e que o STF busca a fundo a verdade sobre as acusações e as discrepâncias nos depoimentos.

A expectativa agora se volta para a próxima terça-feira, quando os envolvidos terão a oportunidade de confrontar suas versões e contribuir para o esclarecimento completo dos fatos.

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