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Política

Lula sanciona lei que faz de Salvador capital em cada 2 de julho

Medida simbólica homenageia a Independência da Bahia, mas Lula não estará presente nas celebrações deste ano

Redação ChicoSabeTudo
02 de julho, 2026 · 09:00 2 min de leitura
Imagem: Portal ChicoSabeTudo
Imagem: Portal ChicoSabeTudo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que transfere, simbolicamente, a sede do governo federal para Salvador (BA) em todos os dias 2 de julho. A data celebra a Independência da Bahia, marco da expulsão das tropas portuguesas do território baiano em 1823. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (1º/7), durante a inauguração do Hospital Estadual do Litoral Norte, em Alagoinhas (BA).

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O texto do decreto determina que fiquem transferidas para Salvador, simbolicamente, as atividades institucionais e governamentais dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário da União, por ocasião das celebrações da Independência da Bahia. Apesar de ser uma mudança apenas simbólica, a lei exige planejamento: o governo federal fica responsável por liderar a organização dos atos oficiais, em parceria com o Governo do Estado da Bahia e a Prefeitura de Salvador.

A proposta é de autoria do deputado federal Léo Prates (Republicanos-BA) e havia sido aprovada pelo Senado em junho. A sanção de Lula foi publicada nesta quinta-feira (2/7) no Diário Oficial da União.

Mesmo assinando a lei, Lula não estará em Salvador para as celebrações deste ano. O presidente segue para o Rio Grande do Norte, onde participa da inauguração do Túnel Major Sales, obra que faz parte da transposição do Rio São Francisco e vai levar água para o Oeste potiguar. Foi por isso que Lula fez uma brincadeira com o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT): disse que ele poderá "assumir a Presidência" em seu lugar durante o feriado baiano.

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O 2 de Julho é feriado estadual na Bahia e celebra o que os baianos consideram a "verdadeira independência do Brasil". A data marca o momento em que um exército popular cercou por terra e mar as tropas portuguesas ainda presentes no território após o Grito do Ipiranga, de dom Pedro I, em 1822, expulsando definitivamente os colonizadores e consolidando a unidade do país.

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