A transição energética, tema central da COP30 em Belém (PA), ocorre entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025. O evento reúne líderes globais, especialistas e cientistas, com foco na mudança dos combustíveis fósseis para fontes de energia limpas, um passo crucial na luta contra a crise climática.
A transição energética consiste na substituição de fontes tradicionais, como carvão e petróleo, por energias renováveis, tais como solar, eólica e hidrelétrica. Neste contexto, o Brasil se destaca pela sua matriz energética predominantemente renovável e por sua geografia favorável, posicionando-se como exemplo nas discussões sobre a transformação energética global.
O processo de transição depende de múltiplos fatores. Governos, empresas e organizações internacionais colaboram para implementar políticas e tecnologias que visem reduzir a emissão de gases de efeito estufa. O papel da sociedade civil é igualmente relevante, pressionando por compromissos mais ambiciosos e garantindo uma transição justa para todos.
Embora a meta global seja alcançar emissões líquidas zero até 2050, a transição não segue um cronograma único. Países desenvolvidos, com histórico de poluição, precisam acelerar suas ações, enquanto as nações em desenvolvimento requerem suporte financeiro e tecnológico para evitar comprometer seu crescimento econômico.
O Brasil, com mais de 80% de sua matriz elétrica renovável, enfrenta o desafio de descarbonizar o setor de transportes e combater o desmatamento, principal responsável por suas emissões. Com a COP30, o país reafirma seu compromisso com um modelo de desenvolvimento que equilibra energias limpas e crescimento econômico sustentável. Assim, a conferência reforça a urgência da transição energética como uma transformação social e econômica global.







