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Câmara de Paulo Afonso aprova projeto que impede condenados por violência contra a mulher de atuar na administração pública

Projeto do vereador Celso Brito alcança contratos terceirizados e exige certidão negativa na contratação

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
09 de junho, 2026 · 11:15 1 min de leitura
Imagem: Portal ChicoSabeTudo
Imagem: Portal ChicoSabeTudo

A Câmara Municipal de Paulo Afonso aprovou na segunda-feira (8) um projeto de lei que proíbe a nomeação, contratação ou manutenção de qualquer vínculo funcional de pessoas condenadas por violência doméstica e familiar contra a mulher no serviço público municipal.

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A proposta é de autoria do vereador Celso Brito e abrange tanto a administração direta quanto a indireta do município. Cargos efetivos, comissionados, funções gratificadas, contratos temporários, estágios e qualquer outro tipo de vínculo funcional estão cobertos pela restrição.

Um ponto importante do texto é que a vedação se estende também às empresas terceirizadas que mantêm contratos com a Prefeitura de Paulo Afonso — ou seja, a proibição vai além dos servidores e atinge parceiros privados da gestão municipal.

Pela regra aprovada, a restrição passa a valer a partir do trânsito em julgado da condenação e dura até o cumprimento total da pena, acrescido de mais cinco anos após o fim da punição. O projeto ainda exige apresentação de certidão negativa criminal e declaração formal no ato da contratação. Quem descumprir pode ter o vínculo anulado, além de responder administrativamente.

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Após a aprovação, Celso Brito reforçou o objetivo da iniciativa. "O meu trabalho é pautado no respeito e na segurança de quem mais precisa. Seguimos firmes na luta por uma Paulo Afonso mais justa", declarou o vereador.

O projeto segue agora para análise e possível sanção pelo Poder Executivo Municipal.

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