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Política

Brasília começa 2026 com crise Maduro, atos 8 de Janeiro e inflação

Brasília inicia 2026 com pautas quentes: crise internacional após prisão de Maduro, atos em memória do 8 de Janeiro e divulgação de indicadores econômicos como a inflação.

Redação ChicoSabeTudo
05 de janeiro, 2026 · 10:42 3 min de leitura
Foto: Reprodução Redes Sociais
Foto: Reprodução Redes Sociais

A primeira semana de 2026 em Brasília já está cheia de pautas importantes, com olhos voltados tanto para o cenário internacional, após a prisão do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, quanto para eventos cruciais na política nacional, em memória dos atos de 8 de janeiro, além da divulgação de dados econômicos essenciais.

Brasil se posiciona sobre prisão de Maduro

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O governo dos Estados Unidos realizou uma operação militar que resultou na captura e prisão do presidente venezuelano Nicolás Maduro. Essa ação internacional está movimentando a agenda de Brasília.

O governo brasileiro já tinha se manifestado no final de semana, considerando a atitude dos EUA um “ataque muito grave à soberania de outro país”. Nos próximos dias, a postura do Brasil deve continuar a mesma: alertar sobre a violação de tratados internacionais, mas sem uma crítica direta muito forte ao presidente Donald Trump.

Nesta segunda-feira (5), o Brasil participa de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). A expectativa é que o país reforce a ideia de que a ação militar na Venezuela “passou de um limite que não podemos aceitar”. Essa crise política também traz preocupações para a Colômbia, um país vizinho e aliado do Brasil.

Lula e STF marcam três anos do 8 de Janeiro

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Em meio a esse cenário internacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva preparou um evento no Palácio do Planalto, na próxima quinta-feira (8), para lembrar os três anos dos ataques e vandalismo que aconteceram nas sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. A agenda completa de Lula para a semana ainda não foi divulgada.

Para o ato, Lula convidou importantes autoridades, como os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Também foram chamados parlamentares, ministros e membros dos tribunais superiores. As presenças de Motta e Alcolumbre ainda não foram confirmadas.

No mesmo dia 8 de janeiro, o STF também organiza seu próprio evento, chamado “Democracia Inabalada: 8 de janeiro - Um dia para não esquecer”. A programação inclui:

  • Abertura de uma exposição.
  • Exibição de um documentário.
  • Uma roda de conversa com jornalistas.
  • Uma mesa de debate.

Apesar desses eventos, o STF continua em recesso, embora alguns ministros, como Alexandre de Moraes e André Mendonça, estejam trabalhando normalmente. O Congresso Nacional também está em recesso parlamentar, previsto para terminar apenas no início de fevereiro.

Inflação e indústria em foco na economia

A semana também traz novidades importantes para a economia brasileira. Na próxima quinta-feira (8), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga a Pesquisa Industrial Mensal, que mostrará como o setor industrial brasileiro se saiu em novembro de 2025.

Mas o grande destaque econômico da semana será na sexta-feira (9), com a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esse indicador é a inflação oficial do Brasil e vai revelar a alta de preços referente ao mês de dezembro de 2025. É um dado muito esperado, pois impacta diretamente o bolso de todos os brasileiros.

Com tantas frentes abertas – desde a diplomacia internacional até a economia do dia a dia e a memória da democracia – Brasília promete uma semana de muito trabalho e decisões importantes.

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