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Cultura

Marco Pigossi não tem planos de voltar às novelas no Brasil

Marco Pigossi mora em Los Angeles desde 2021 e afirma que prioriza a carreira internacional, recusando compromissos longos e sem planos de voltar às novelas.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Cultura
31 de outubro, 2025 · 22:07 2 min de leitura
Marco Pigossi aproveitou dia de praia em Trancoso.
Marco Pigossi aproveitou dia de praia em Trancoso.

Marco Pigossi contou ao TV Fama que, por enquanto, não tem planos de voltar às novelas no Brasil. Ele mora em Los Angeles, na Califórnia, desde 2021 e diz estar focado na carreira internacional — por isso tem recusado compromissos longos.

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Como conciliar a rotina de morar fora com as novelas, que costumam exigir quase um ano de dedicação? Pigossi explica que não é viável no momento: "Eu não tenho como me comprometer um ano agora. Por morar fora, por abrir mão de muitos trabalhos, por um ano você fica só em função daquilo".

Carreira internacional

No exterior ele participou de produções para plataformas de streaming, entre elas:

  • Tidelands
  • Cidade Invisível (Netflix)
  • Astronauta (HBO Max)
  • Gen V

O último trabalho em novela na TV Globo foi como Zeca, em A Força do Querer (2017). Pigossi afirma que está construindo o nome profissional fora do país e que essa é uma escolha consciente.

Memórias e vida pessoal

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Ele lembrou com carinho do papel de Cássio Amaral em Caras & Bocas, que completa cerca de 10 anos e foi marcante em sua carreira: "Já vai fazer 10 anos, a gente está ficando velho. Fui muito feliz, tenho muito carinho por essa novela".

Sobre a vida pessoal, Pigossi falou do casamento com o dramaturgo italiano Marco Calvani e da dificuldade prática de conciliar a vida familiar em Los Angeles com o ritmo das novelas brasileiras. "Meu marido mora lá, como é que faz? Ele não vai querer fazer novela. Novela é coisa nossa, de brasileiro, é a gente que gosta. Ainda não dá [para voltar às novelas], mas quem sabe um dia", contou.

Aceitação e comunidade

O ator também relatou o processo de aceitação e como lidou com a homofobia internalizada na juventude. Sobre isso, disse: "Eu rezava, pedia a Deus para me consertar. A homofobia é tão enraizada que, por mais que a gente assuma, ainda vai lidar com o preconceito interno".

Em seguida acrescentou: "A pessoa que se aceita e está feliz com o que é conhece uma força enorme. Se sente com poder para ocupar espaços. E o encontro com a comunidade é uma corrente bonita, a gente se sente fortalecido, cria um senso comunitário".

Em resumo, priorizar projetos fora do Brasil faz parte de um plano consciente de Pigossi para consolidar a carreira internacional — uma opção que tem guiado suas escolhas recentes.

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