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Cultura

Assessorias negam pedido de auditoria sobre gastos de Virginia Fonseca

Equipes negam pedido de auditoria e afirmam que disputa sobre bens entre Zé Felipe e Virginia Fonseca seguirá na Justiça, em segredo.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Cultura
31 de outubro, 2025 · 23:07 1 min de leitura

Na tarde desta sexta-feira (31), circularam nas redes informações sobre um pedido de auditoria envolvendo gastos da influenciadora Virginia Fonseca na Espanha. A repercussão trouxe reações imediatas das equipes de comunicação dos envolvidos.

O que foi divulgado

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Inicialmente, a coluna de Fabíola Reipert informou que o cantor Zé Felipe teria ingressado com pedido de urgência para a realização de uma auditoria. A notícia se espalhou e motivou respostas oficiais das assessorias.

Posição das assessorias

As equipes de Virginia Fonseca e de Zé Felipe negaram que tenha sido solicitada qualquer auditoria. Segundo os representantes, a informação não procede e os assuntos relativos à partilha de bens serão tratados apenas pelo caminho judicial — sem divulgação de detalhes por nenhuma das partes.

O processo

Posteriormente a reportagem confirmou que há um processo ajuizado por Zé Felipe contra a ex-mulher, em trâmite na vara cível do Tribunal de Goiás, que corre em segredo de Justiça. Após essa confirmação, a assessoria atualizou sua posição junto à imprensa, reiterando que apenas medidas judiciais serão adotadas e que não haverá comentários públicos sobre o conteúdo do processo.

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De acordo com a matéria, a defesa do cantor alegou que, desde a separação, a influenciadora teria tido controle exclusivo sobre:

  • contas bancárias;
  • empresas;
  • imóveis e veículos;
  • investimentos, criptomoedas e ações.

A defesa afirmou que esse controle poderia ter sido exercido de forma desproporcional, com risco de dilapidação do patrimônio — alegação que agora tramita nos autos, sob sigilo.

Até o momento, o processo segue em segredo de Justiça, sem movimentações ou audiências divulgadas publicamente. Em suma: os envolvidos dizem que quaisquer desdobramentos sobre a partilha de bens ocorrerão exclusivamente no âmbito judicial. Resta aguardar as próximas etapas do processo e as decisões que vierem dos autos.

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