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Google apresenta chip Ironwood e modelo Gemini 3 para IA

Google lança o chip Ironwood e o modelo Gemini 3, prometendo inovação significativa na inteligência artificial.

Redação ChicoSabeTudo
28 de novembro, 2025 · 06:49 2 min de leitura
Google foi o grande destaque do ano, conquistando o primeiro lugar tanto no ranking geral quanto no setor de tecnologia (Imagem: Skorzewiak/Shutterstock)
Google foi o grande destaque do ano, conquistando o primeiro lugar tanto no ranking geral quanto no setor de tecnologia (Imagem: Skorzewiak/Shutterstock)

O Google deu um passo significativo na corrida global da inteligência artificial ao apresentar o chip Ironwood e o novo modelo Gemini 3. Esses avanços foram anunciados em um evento recente e visam aumentar o desempenho e a eficiência na oferta de serviços de IA.

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O Gemini 3, destaque do novo portfólio da Alphabet, é projetado para gerar respostas mais inteligentes com menos instruções, enquanto o Ironwood, a sétima geração de unidades de processamento tensor (TPUs), foi desenvolvido para otimizar o processamento de modelos de dados extensos. Segundo analistas, essa combinação marca um novo momento para a empresa, que busca retomar sua liderança no setor após desafios enfrentados com lançamentos anteriores.

A reação do mercado foi imediata, com as ações da Alphabet subindo mais de 5% assim que os novos produtos foram anunciados. No início da mesma semana, as ações já haviam subido 8%. A Berkshire Hathaway, liderada por Warren Buffett, também revelou a compra de US$ 4,3 bilhões em ações da Alphabet, o que demonstra uma confiança renovada na empresa.

O CEO da Salesforce, Marc Benioff, comentou sobre os novos desenvolvimentos:

“O salto é incrível… parece que o mundo mudou, de novo”
. Ele afirmou ter utilizado o ChatGPT por vários anos, mas destacou que, após duas horas com o Gemini 3, não pretende voltar atrás.

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Entretanto, o Google enfrenta um desafio constante em manter sua posição de liderança, especialmente com concorrentes como a Anthropic, que lançou recentemente o modelo Opus 4.5, e a OpenAI, que continua a desenvolver o GPT-5. A pressão do mercado impõe a necessidade da Alphabet dobrar sua capacidade a cada seis meses para atender à crescente demanda por seus serviços de IA.

Apesar das perspectivas otimistas, os próximos meses serão cruciais para que a Alphabet mantenha o ritmo de inovação sem perder a consistência e a confiança dos investidores.

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