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Bill Gates revela as três profissões que vão sobreviver à Inteligência Artificial

Bilionário aponta que áreas ligadas à energia, saúde e tecnologia são as apostas seguras para o futuro do mercado de trabalho.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
24 de março, 2026 · 18:35 2 min de leitura

O avanço da Inteligência Artificial (IA) tem deixado muita gente preocupada com o emprego, mas Bill Gates, fundador da Microsoft, garante que três áreas específicas continuarão em alta. Segundo o bilionário, os setores de energias alternativas, biociências da saúde e o próprio desenvolvimento da IA são os caminhos mais seguros para quem busca estabilidade nos próximos anos.

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No setor de energia, Gates destaca que a luta contra as mudanças climáticas cria uma demanda gigante por profissionais qualificados. Para ele, o futuro não depende apenas de sol e vento, mas também da energia nuclear como um complemento confiável, área onde ele mesmo tem investido pesado com a construção de novas usinas.

Já na biociência da saúde, a visão é que a tecnologia não vai substituir os médicos, mas sim acelerar a descoberta de novas vacinas e remédios. O empresário cita que a IA consegue analisar grandes volumes de dados muito mais rápido que um humano, facilitando o tratamento de doenças em regiões mais pobres.

A terceira aposta é justamente trabalhar na criação e evolução da própria Inteligência Artificial. Gates acredita que, por estarmos apenas no começo dessa tecnologia, o mercado para quem desenvolve essas ferramentas continuará crescendo e será fundamental para tornar o mundo menos desigual.

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Sobre profissões tradicionais como educação e medicina, o bilionário acredita que a tecnologia será uma aliada para suprir a falta de profissionais em locais carentes. Em vez de roubar vagas, a IA deve ajudar professores e médicos a darem conta da alta demanda em países da África e na Índia.

Por fim, Gates projeta que a automação pode até reduzir a carga horária de trabalho no futuro, permitindo que as pessoas se aposentem mais cedo. No entanto, ele reforça que, para chegar nesse nível, o mercado vai exigir mão de obra cada vez mais qualificada para operar essas novas ferramentas.

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