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Política

Secretário Felipe Freitas expressa preocupação com cadeirante pisoteado no Furdunço

Secretário Felipe Freitas expressa grande preocupação com cadeirante pisoteado no Furdunço e reforça a importância da inclusão e segurança para pessoas com deficiência em festas de rua na Bahia.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
12 de fevereiro, 2026 · 19:58 2 min de leitura
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias

O secretário de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), Felipe Freitas, falou sobre um acontecimento que chocou a todos durante o Furdunço, em Salvador, na Bahia. No último sábado (7), um cadeirante acabou pisoteado em meio à folia. Nesta quinta-feira (12), em entrevista ao Bahia Notícias, Freitas descreveu o episódio como “muito preocupante”, reforçando a necessidade urgente de garantir segurança e inclusão para pessoas com deficiência em grandes eventos.

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Para o secretário, o incidente foi uma “fatalidade trágica” que acende um alerta importante. “Aquilo foi uma fatalidade trágica que nos preocupa bastante, porque a gente precisa encontrar uma maneira de que as pessoas com deficiência participem da festa, sejam protegidas e estejam seguras nesse espaço”, disse ele, mostrando a urgência em repensar a acessibilidade em festas de rua.

Freitas explicou que, ao longo do tempo, tem se desenvolvido uma “cultura de solidariedade”, onde as pessoas começam a entender que a festa precisa ser para todos. Ele mencionou que existem muitas imagens que mostram cadeirantes em espaços movimentados, conseguindo circular e voltar para casa bem, graças a essa colaboração coletiva. No entanto, o caso recente no Furdunço serve como um lembrete doloroso de que ainda há muito a ser feito.

Inclusão é a Palavra-Chave para Festas Seguras e Acessíveis

O secretário enfatizou que um evento de rua, que é pensado para toda a população, não pode simplesmente deixar alguém de fora. Ele reforçou a ideia de que a participação plena de pessoas com deficiência não é apenas um direito, mas um sinal de uma sociedade mais justa e consciente.

“Uma festa como essa não pode excluir ninguém. A gente vai criando uma cultura de participação das pessoas com deficiência na festa. Essa patrulha tem o objetivo de orientar e proteger, ou seja, garantir aquele espaço mais reservado e a circulação. Mas fica um apelo para todo mundo: que as pessoas colaborem para que todos se divirtam com respeito e com a proteção dos seus direitos”, concluiu Felipe Freitas.
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Essa fala do secretário é um chamado à ação. Ele aponta para a importância do trabalho das patrulhas, que têm a missão de orientar e proteger, garantindo espaços mais reservados e a livre circulação. Contudo, a mensagem principal é sobre a responsabilidade de cada um: a colaboração de todos é fundamental para que a diversão seja acessível, respeitosa e segura para cada cidadão, independentemente de suas condições. O Furdunço e outras celebrações populares devem ser sinônimos de alegria e inclusão, e não de acidentes ou exclusão.

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