O ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), rechaçou nesta quinta-feira declarações de políticos da oposição que sugerem um vínculo irregular entre o Partido dos Trabalhadores (PT) da Bahia e o Banco Master. A manifestação ocorreu durante a chegada do ministro ao Campo Grande, em Salvador, onde ele acompanhou a abertura oficial do Carnaval.
Abordado pela imprensa, Costa negou veementemente qualquer irregularidade na gestão estadual e atribuiu as acusações a narrativas criadas em redes sociais, as quais classificou como "fantasia mentirosa".
"Nós vivemos um mundo da realidade virtual com a vida real. Infelizmente nós temos que conflitar entre os momentos que vivemos aqui, pé no chão, com os da fantasia e mentira que eles reproduzem nas redes", declarou o ministro.
O ponto central das críticas da oposição envolve transações financeiras e a venda de ativos estatais. Ao abordar o tema, Rui Costa defendeu a legalidade das operações realizadas durante as gestões petistas no estado.
Segundo o ex-governador, a única ação concreta do governo referente ao caso citado foi a desestatização de um empreendimento que, de acordo com ele, gerava prejuízos aos cofres públicos.
"A única coisa que o governo do Estado fez foi vender um mercado que estava falido e custava R$ 200 milhões aos bolsos dos contribuintes", afirmou Costa.
O ministro encerrou o assunto descartando a existência de qualquer ilicitude no processo e reiterou que a venda seguiu os trâmites legais, visando estancar o déficit financeiro do ativo para o Estado.







