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Política

Protestos do movimento Make Amazon Pay na Black Friday e Cyber Monday

Protestos globais do movimento Make Amazon Pay ocorrerão em mais de 30 países durante a Black Friday e Cyber Monday, defendendo melhores condições de trabalho.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
27 de novembro, 2025 · 15:44 1 min de leitura
(Imagem: Jim Parkin/Shutterstock)
(Imagem: Jim Parkin/Shutterstock)

Protestos em mais de 30 países serão realizados durante a Black Friday e a Cyber Monday em uma nova onda de mobilização da campanha Make Amazon Pay (Faça a Amazon Pagar). A ação, que já ocorreu em anos anteriores, visa chamar atenção para práticas trabalhistas, influências políticas e impactos ambientais da gigante do e-commerce.

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A campanha é coordenada por uma coalizão composta por trabalhadores, sindicatos e organizações de direitos humanos, que aponta o crescimento da Amazon para além do varejo, abrangendo áreas como logística e computação em nuvem. Essa expansão da empresa é vista como uma ameaça às decisões econômicas e sociais em diferentes regiões, segundo os organizadores dos protestos.

A crítica ao modelo de negócios da Amazon se intensifica.

“Amazon, Jeff Bezos e seus aliados políticos estão apostando em um futuro tecno-autoritário, mas neste Make Amazon Pay Day trabalhadores de todo o mundo estão dizendo: basta”, afirmou Christy Hoffman, secretária-geral da UNI Global Union.
As manifestações buscam promover mudanças nas condições de trabalho e na remuneração dos funcionários, que frequentemente relatam condições extremas e metas desumanas.

A mobilização deste ano não se limita aos eventos presenciais; ações digitais também estão programadas para reforçar a mensagem da campanha. Os protestos devem ocorrer em países como Alemanha, Estados Unidos, Dinamarca, Espanha, Brasil, entre outros, visando uma resposta conjunta contra as práticas da Amazon.

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Entre as demandas centrais do movimento estão o pedido por remuneração justa, pagamento adequado de impostos e compensação pelos danos ambientais gerados pela atuação da empresa. A expectativa é de que as mobilizações continuem nos próximos meses, especialmente à medida que a automação e a influência política da Amazon aumentam.

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