O Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania defendeu a investigação das ameaças de morte e estupro contra a deputada federal eleita Ana Elisa Silva (PT-MG). Segundo o jornal A Tarde, a pasta informou neste domingo (8) que acompanha o caso e que a parlamentar está vinculada a um programa de proteção desde 9 de outubro.
De acordo com o ministério, o acompanhamento é feito pelo Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, Comunicadores e Ambientalistas (PPDDH), voltado a pessoas em situação de risco, vulnerabilidade ou ameaçadas.
O programa prevê análise de risco, medidas protetivas e encaminhamento de denúncias às autoridades competentes para eventual responsabilização de infratores. A informação divulgada pela pasta não detalha quais dessas medidas foram adotadas no caso da deputada eleita.
A Polícia Federal investiga os crimes relacionados às ameaças divulgadas por Ana Elisa, segundo a CNN Brasil. A apuração está a cargo da delegacia da PF em Divinópolis, em Minas Gerais, com apoio da área especializada em crimes cibernéticos. Em nota reproduzida pela emissora, a corporação informou que iniciou diligências e pediu cooperação policial internacional para obter informações que possam ajudar na identificação dos responsáveis.
Ana Elisa, de 21 anos, é influenciadora e foi eleita deputada federal por Minas Gerais. Conforme A Tarde, ela denunciou à Polícia Civil ameaças e ataques racistas recebidos por e-mail durante a campanha eleitoral.
Em cobertura anterior, o ChicoSabeTudo mostrou que a deputada eleita divulgou nas redes sociais trechos de uma mensagem com ofensas racistas e ameaças. A apresentadora Xuxa manifestou apoio a Ana Elisa.







