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Política

Loyola nega negociação de vice para 2026 e reitera que vaga é do MDB

Adolpho Loyola, secretário de Relações Institucionais, negou rumores sobre a vice-governadoria para 2026, afirmando que o posto pertence ao MDB e a Geraldo Jr.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
06 de fevereiro, 2026 · 19:05 2 min de leitura
Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias
Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias

O secretário de Relações Institucionais da Bahia (Serin), Adolpho Loyola, descartou veementemente nesta sexta-feira (6) qualquer tipo de negociação sobre a vaga de vice-governador na chapa majoritária para as eleições de 2026. Loyola foi direto ao ponto: a posição não foi oferecida a nenhum partido aliado, como o Avante ou o PSD, apesar das especulações que circularam.

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De acordo com o secretário, a vaga é um direito do MDB e está atualmente ocupada por Geraldo Jr., que é filiado à sigla. Ele fez questão de reforçar que o tema da vice-governadoria não foi pauta de nenhuma conversa até o momento, indicando que esse diálogo acontecerá em um momento oportuno, envolvendo todas as legendas.

“A vice não foi oferecida a ninguém. A vice é do MDB. Nós não fizemos conversa nenhuma sobre a vice-governadoria. Isso nós vamos conversar, como eu já falei e reitero várias vezes. Vamos dialogar com todos os partidos políticos para apresentar a melhor chapa para a disputa”, afirmou Adolpho Loyola.

As declarações de Loyola aconteceram durante uma coletiva de imprensa em um evento de entrega de equipamentos e ambulâncias do SAMU, em Salvador, na Bahia. O encontro contou com a presença ilustre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adicionando um peso político ao pronunciamento.

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Quando questionado sobre o prazo para a definição completa das vagas na chapa majoritária, o secretário explicou que, embora o prazo legal se estenda até julho ou agosto do ano da eleição, a intenção do grupo político é antecipar essa decisão. O objetivo é ter a chapa definida já no início de abril, coincidindo com o começo dos planos de governo participativos.

“O prazo legal é julho, agosto, mas a gente pretende fechar até o início de abril, quando vamos começar os planos de governo participativos. Vamos com pressa, mas sem agonia. Vamos conversar com os partidos. Tivemos a primeira reunião após o Carnaval e teremos outra reunião do Conselho Político. Vamos amadurecer e apresentar para a Bahia a nossa chapa”, completou Loyola, mostrando que o processo, embora acelerado, será cuidadoso e dialogado.

A pauta das eleições de 2026 já movimenta os bastidores da política baiana, e a fala de Adolpho Loyola serve como um balizador para os próximos passos, reafirmando a posição do MDB e a estratégia de diálogo do governo para construir uma chapa forte para a disputa.

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