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Política

EUA suspendem vistos para o Brasil e outras 74 nações

EUA param de processar vistos para Brasil e 74 países a partir de 21 de janeiro. A medida, segundo a Fox News, visa controlar candidatos a encargo público.

Redação ChicoSabeTudo
14 de janeiro, 2026 · 12:35 2 min de leitura
Foto: White House
Foto: White House

Os Estados Unidos anunciaram a suspensão do processamento de novos vistos para cidadãos do Brasil e de mais 74 países. A decisão, que começa a valer a partir de 21 de janeiro, foi divulgada pela emissora Fox News, que teve acesso a documentos do Departamento de Estado americano. A medida representa uma mudança significativa na política migratória dos EUA e afeta diretamente milhares de pessoas que buscam entrar no país.

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De acordo com as informações obtidas pela Fox News, o Departamento de Estado orientou seus funcionários consulares a recusarem os pedidos de visto. A ação faz parte de um esforço do governo Trump para "coibir candidatos considerados propensos a se tornarem um encargo público". Isso significa que as autoridades americanas estão reavaliando os critérios para quem pode representar um custo para o sistema de bem-estar social dos EUA. Os procedimentos de triagem e verificação de quem solicita o visto também serão revisados.

Quais países são afetados?

Além do Brasil, a lista de nações afetadas pela suspensão é extensa e inclui países de diversas regiões do mundo. Entre eles estão:

  • Rússia
  • Irã
  • Somália
  • Afeganistão
  • Iraque
  • Egito
  • Nigéria
  • Tailândia
  • E outros

A proibição é abrangente e impacta um grande número de viajantes e imigrantes potenciais de um vasto grupo de nacionalidades.

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A diretriz do Departamento de Estado instrui os funcionários a recusarem os vistos conforme a legislação atual, enquanto o governo americano se dedica a reavaliar e possivelmente endurecer seus processos de triagem. A suspensão visa garantir que apenas indivíduos que não representem um "encargo público" sejam aprovados para entrar nos Estados Unidos. Essa movimentação reflete a política de imigração mais restritiva que tem sido uma marca da administração Trump, buscando proteger os recursos e a infraestrutura do país e reformular sua abordagem sobre quem pode se estabelecer em solo americano.

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