Publicidade
PI 63867
Política

Carne está cara? Lula recomenda ovo; se faltar ovo, resta o arroz com feijão

Lula sugere “cardápio da economia”: sem carne, ovo; sem ovo, arroz e feijão

Redação ChicoSabeTudo
14 de setembro, 2026 · 12:28 2 min de leitura

Durante uma live com apoiadores neste domingo (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou o aumento dos preços dos alimentos e comparou os índices registrados em seu governo com os da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Publicidade

Ao falar sobre o custo de vida, Lula afirmou: “Se não tem carne, a gente come ovo. Se não tem os dois, faz como eu comia: arroz e feijão”. A declaração repercutiu nas redes sociais, principalmente por apresentar alternativas ao consumo de carne diante da alta dos preços.

Segundo os números apresentados pelo presidente, a inflação dos alimentos teria acumulado 56,17% durante o governo Bolsonaro, enquanto, em sua atual administração, o índice teria ficado em 13,6%.

Lula reconheceu que os produtos continuam caros nos supermercados, mas atribuiu parte do cenário ao patamar de preços herdado do governo anterior. Ele citou itens como carne, café e ovos ao comentar as dificuldades enfrentadas pelas famílias brasileiras.

Publicidade

O presidente também afirmou que o poder de compra do salário mínimo aumentou durante seu governo. De acordo com Lula, o rendimento passou a permitir a compra de 2,1 cestas básicas, contra 1,8 cesta no período anterior.

Durante a transmissão, o petista ainda declarou que o Brasil vive a menor inflação acumulada em quatro anos. A fala ocorreu em meio à disputa política sobre a situação econômica do país e às críticas da oposição relacionadas ao preço dos alimentos.

Lula defendeu que os indicadores de inflação, renda e poder de compra sejam considerados na avaliação de seu governo. Apesar disso, admitiu que o custo da alimentação permanece como uma das principais preocupações da população.

Publicidade

A declaração sobre carne, ovos, arroz e feijão também havia sido feita pelo presidente em agenda no Rio Grande do Sul, quando ele reconheceu a alta do custo de vida e afirmou que a inflação dos alimentos estaria em patamar inferior ao registrado na gestão Bolsonaro.

Publicidade

Leia também