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Polícia

Pai é preso suspeito de mandar matar o próprio filho por dívida de R$ 60 mil

Polícia afirma que homem teria pago R$ 15 mil a um matador de aluguel para executar o filho de 28 anos; outros desaparecimentos na família também são investigados

Redação ChicoSabeTudo
14 de setembro, 2026 · 12:59 2 min de leitura

Um homem identificado como Ozanan Machado foi preso suspeito de mandar matar o próprio filho, Thaliton Machado, de 28 anos, por causa de uma dívida estimada em R$ 60 mil. O crime aconteceu em janeiro, em uma chácara localizada em Trindade, na Região Metropolitana de Goiânia, em Goiás.

Segundo a investigação policial, Ozanan teria contratado um homem para executar o filho e pago cerca de R$ 15 mil pelo assassinato. A polícia afirma ainda que o pai teria levado o suspeito até as proximidades da propriedade onde Thaliton estava para mostrar os acessos ao local e indicar uma possível rota de fuga.

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O homem apontado como responsável pela execução, identificado como Wanderson, confessou participação no crime e também está preso. A investigação busca esclarecer todas as circunstâncias e identificar outras pessoas que eventualmente tenham participado do homicídio.

O caso ganhou novos desdobramentos depois que Bruno, irmão mais novo da vítima, entregou à polícia uma gravação na qual o pai supostamente fala sobre matar a própria esposa e o cunhado como forma de vingança pela morte de Thaliton.

Outros desaparecimentos são investigados

A investigação também voltou a atenção para dois antigos desaparecimentos envolvendo integrantes da mesma família. Aparecida, primeira esposa de Ozanan e mãe de Thaliton, Daniel e Bruno, desapareceu em 2006. De acordo com as informações apuradas pela polícia, na época os filhos teriam ouvido uma mulher pedindo socorro.

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Outro filho, Daniel, desapareceu há cerca de dez anos e nunca foi localizado. Conforme o delegado responsável pelo caso, até o momento não foram encontrados corpos relacionados aos dois desaparecimentos.

Além de Ozanan, Simone, atual mulher dele, e Wanderson estão presos. A polícia também apura a possível participação de um sobrinho do suspeito no assassinato de Thaliton.

Bruno afirmou que perdoa o pai, mas espera que ele responda judicialmente pelos fatos investigados. A viúva de Thaliton também declarou que a família espera justiça para conseguir seguir em frente após o crime.

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