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Polícia

Homem de 42 anos é detido por suspeita de abuso sexual contra menina de 11 anos na zona rural de Anagé

Mandado judicial foi cumprido pela Delegacia Territorial de Anagé; aparelhos eletrônicos apreendidos na casa do investigado serão submetidos à análise pericial.

Redação ChicoSabeTudo
03 de agosto, 2026 · 06:00 2 min de leitura
Viatura da Polícia Civil da Bahia em operação na zona rural
Viatura da Polícia Civil da Bahia em operação na zona rural

A Polícia Civil da Bahia prendeu um homem de 42 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável contra uma menina de 11 anos, na sexta-feira, dia 31. A ação aconteceu na zona rural de Anagé, município localizado no sudoeste do estado, e foi conduzida por equipes da Delegacia Territorial (DT) de Anagé.

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Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o crime teria ocorrido em junho deste ano. O mandado que embasou a prisão foi emitido pela Justiça após o avanço das investigações sobre o caso.

Durante o cumprimento da ordem judicial, os policiais realizaram buscas na residência do investigado e encontraram aparelhos eletrônicos com possível relação ao abuso sexual. Os dispositivos foram recolhidos, lacrados e serão encaminhados para análise pericial, que poderá contribuir com o esclarecimento dos fatos.

A ação integra o trabalho contínuo da Polícia Civil no combate a crimes contra crianças e adolescentes, com foco na coleta de provas e na responsabilização dos envolvidos. A Bahia tem registrado uma série de prisões por estupro de vulnerável em diferentes regiões nos últimos meses, evidenciando um esforço sistemático das autoridades policiais.

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O crime de estupro de vulnerável está previsto na Lei nº 12.015, de agosto de 2009, e se configura quando a vítima tem menos de 14 anos ou não possui condições de oferecer resistência. A pena pode chegar a 15 anos de reclusão. Nos casos em que o crime resultar em lesão corporal grave, a punição pode ser ainda mais severa, chegando a 20 anos.

Após a prisão, o investigado foi submetido aos procedimentos legais cabíveis e ficou à disposição da Justiça. O nome do suspeito não foi divulgado pelas autoridades, prática comum para preservar a integridade das investigações e a identidade da vítima.

A identidade da adolescente não foi revelada, seguindo as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que garante proteção especial a menores vítimas de violência sexual. Denúncias sobre crimes dessa natureza podem ser feitas pelo Disque 100, canal nacional de denúncias de violações de direitos humanos, disponível 24 horas.

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