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Encapuzados se passam por policiais e executam reeducando com seis tiros em Maceió

Vítima usava tornozeleira eletrônica por condenação por tráfico de drogas; trio chegou à porta chamando pelo nome antes de abrir fogo

Redação ChicoSabeTudoRedação · Polícia
02 de junho, 2026 · 12:51 2 min de leitura
Portal ChicoSabeTudo
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Um reeducando do sistema prisional alagoano foi morto na madrugada desta terça-feira (2) no bairro Tabuleiro do Martins, zona norte de Maceió, por três homens que se apresentaram como policiais para atraí-lo até a porta de casa. A vítima foi identificada como Douglas Farias Matia, que cumpria pena em regime monitorado por tráfico de drogas e usava tornozeleira eletrônica.

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Segundo informações divulgadas pelo portal TNH1, a esposa da vítima relatou que o casal estava em casa quando, por volta da meia-noite, ouviram batidas à porta de homens que se identificaram como polícia. Ao abrir a porta, a vítima foi surpreendida pelos disparos. Ainda segundo a testemunha, pelo menos três homens usando capuzes participaram do crime.

Douglas foi atingido por seis tiros — quatro no tórax, um na mão esquerda e um na perna esquerda. Ele morreu antes da chegada do socorro médico. O corpo foi periciado pela Polícia Científica e depois entregue ao Instituto Médico Legal (IML).

Segundo a fonte original, a investigação foi assumida pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que confirmou o envio de equipes ao endereço do crime logo após o registro da ocorrência. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.

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A motivação exata do assassinato ainda não foi esclarecida. A polícia não descarta que o crime tenha relação com a vida pregressa da vítima no tráfico de drogas, mas outras hipóteses seguem em apuração.

O modus operandi — criminosos encapuzados que se identificam como policiais para aproximar a vítima — não é inédito em Alagoas. Em Anadia, a DHPP da 6ª Região registrou caso semelhante, em que quatro homens armados e encapuzados chegaram a um local se passando por policiais para cometer um assassinato motivado por disputa entre facções criminosas.

A tática de usar a falsa identidade policial para vencer a resistência da vítima tem sido recorrente em homicídios investigados pela DHPP em diferentes regiões de Alagoas. A delegacia reforça que qualquer informação sobre o caso pode ser repassada de forma anônima pelo Disque Denúncia, pelo número 181.

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