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Cultura

Justiça de Mato Grosso torna MC Poze réu por tráfico, associação criminosa e outros crimes

MC Poze é réu em processo por tráfico, corrupção de menores e associação criminosa em Mato Grosso. Audiências estão marcadas para junho.

Redação ChicoSabeTudo
09 de abril, 2026 · 11:20 2 min de leitura
Imagem: Reprodução/Redes sociais
Imagem: Reprodução/Redes sociais

O cantor MC Poze é réu em um processo criminal que tramita na Justiça do estado de Mato Grosso e que, até então, não havia sido tornado público. A informação foi divulgada pela coluna de Fábia Oliveira, do portal Metrópoles.

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O caso teve origem em 2019, quando o Ministério Público denunciou o funkeiro e outros três investigados por uma série de acusações: tráfico de drogas, associação para o tráfico, fornecimento de substâncias a menores, corrupção de menores, incitação ao crime, apologia e associação criminosa.

Conforme a denúncia, os fatos teriam ocorrido durante um show realizado em uma casa noturna naquele ano. De acordo com os autos obtidos pela coluna, policiais militares se infiltraram no evento para monitorar a movimentação no local. Durante a apresentação, MC Poze teria feito menções que, segundo a investigação, configurariam apologia a uma facção criminosa.

O processo aponta ainda que o grupo atuava de forma organizada dentro do estabelecimento, com divisão de tarefas voltada à comercialização de drogas, incluindo a suspeita de venda a menores de idade. Dois dos envolvidos foram presos em flagrante na ocasião. O cantor, por sua vez, teria deixado o local e sido localizado posteriormente em um hotel.

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O caso já conta com novos desdobramentos. O juiz responsável pela 5ª Vara Criminal de Sinop agendou audiências de instrução e julgamento para os dias 2 e 3 de junho. Na primeira data, serão ouvidas as testemunhas de acusação. Na segunda, estão previstas as oitivas das testemunhas de defesa e os interrogatórios dos réus, entre eles o artista.

A defesa de MC Poze já foi apresentada à Justiça, com a indicação das testemunhas que deverão depor ao longo do processo. Como o cantor reside no Rio de Janeiro, foi expedida uma carta precatória para garantir sua intimação sobre as audiências.

O processo segue em andamento e, até o momento, não há decisão definitiva sobre o caso.

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