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Cultura

Bahia se aproxima de R$ 300 milhões em vendas de atletas

O Esporte Clube Bahia, como SAF, já faturou quase R$ 300 milhões com a venda de sete jogadores desde 2023, mostrando o impacto do City Football Group e a valorização de talentos.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Cultura
03 de janeiro, 2026 · 00:43 2 min de leitura
Foto: Letícia Martins/EC Bahia
Foto: Letícia Martins/EC Bahia

O Esporte Clube Bahia, um ano depois de se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) sob a gestão do City Football Group, está colhendo frutos significativos no mercado de transferências. Com a recente venda do atacante Rafael Ratão para o Shenhua FC, da China, por R$ 12,7 milhões, o clube tricolor está muito perto de atingir a impressionante marca de R$ 300 milhões em vendas de jogadores.

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Desde janeiro de 2023, quando a parceria com o City Football Group foi oficializada, o Esquadrão já negociou sete atletas, somando um total de R$ 294,1 milhões. Esse valor mostra uma guinada financeira e estratégica do clube, que agora opera com um modelo de negócios focado na valorização e venda de talentos.

Entre as transações que mais renderam para os cofres do Bahia, destaca-se a venda do atacante Luciano Rodríguez. Contratado por R$ 65,3 milhões junto ao Liverpool-URU, ele foi negociado com o Neom SC, da Arábia Saudita, por um valor recorde de R$ 139,3 milhões, demonstrando a capacidade do clube em fazer grandes investimentos e obter retornos ainda maiores.

Outros nomes importantes na lista de vendas incluem Biel, que saiu para o Sporting-POR por R$ 48 milhões, após ter sido comprado do Fluminense por R$ 10,5 milhões. A base também contribui, com o jovem atacante Tiago sendo negociado ao Orlando City, dos Estados Unidos, por R$ 32,6 milhões, garantindo um bom encaixe financeiro para o futuro.

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Talvez o caso mais surpreendente seja o do meio-campista Thaciano. Ele chegou do Grêmio por apenas R$ 1,5 milhão e foi vendido ao Santos por R$ 32 milhões. Essa negociação gerou um lucro superior a 2000%, um feito notável no futebol brasileiro e que ressalta a boa gestão na aquisição e valorização de atletas.

Completam a lista de vendas o lateral Jhoanner Chávez, que gerou R$ 25 milhões para o clube (comprado por R$ 18 milhões), e o atacante Everaldo, que, após chegar sem custos, foi negociado com o Fluminense por R$ 4,5 milhões. Essas movimentações, em conjunto, evidenciam a nova realidade financeira do Bahia, que agora tem um caixa mais robusto para investir em novas contratações e na infraestrutura do clube, buscando consolidar-se entre os grandes do futebol nacional.

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