A Meta começou a testar no Brasil o WhatsApp Plus, versão paga do aplicativo de mensagens, com mensalidade de R$ 7. A novidade ganhou força após usuários compartilharem, na última sexta-feira (22), capturas de tela mostrando o recurso ativo dentro do aplicativo. A empresa confirmou os testes e disse que o objetivo é coletar o retorno dos usuários antes de uma liberação ampla.
Quem receber o convite poderá experimentar a assinatura de graça por 30 dias. Após esse período, a cobrança passa a ser feita mensalmente pela loja de aplicativos do celular. Por enquanto, a opção aparece principalmente para usuários do Android e ainda não está disponível para todo mundo.
Entre os recursos oferecidos pelo plano pago estão temas e cores exclusivos para personalizar a interface, novos ícones para o app, biblioteca premium de figurinhas, toques diferenciados para chamadas, mais filtros de organização e a possibilidade de fixar até 20 conversas na tela inicial. Hoje, o WhatsApp tradicional permite fixar apenas três chats.
Em nota, a empresa afirmou que "o WhatsApp está testando uma nova assinatura opcional chamada WhatsApp Plus, criada para usuários que desejam mais formas de organizar e personalizar sua experiência". A versão gratuita do aplicativo continuará funcionando normalmente, sem qualquer cobrança.
O WhatsApp Plus já vinha sendo testado em outros países antes de chegar ao Brasil, com preços ajustados ao mercado local — cerca de € 2,49 na União Europeia, 29 pesos no México e 229 rúpias no Paquistão. A Meta não divulgou uma data oficial para a liberação geral do serviço a todos os usuários brasileiros.
Para verificar se o recurso já apareceu no celular, basta abrir o WhatsApp, entrar em "Configurações" e procurar a opção "Assinaturas". Quem tiver acesso encontrará o WhatsApp Plus por lá, com o botão para iniciar o teste gratuito ou contratar o plano.







