A Microsoft deu uma chacoalhada geral no seu time de inteligência artificial. O motivo é simples: o Copilot, seu assistente virtual, estava tão confuso que a empresa resolveu juntar as equipes que cuidavam das versões para o povão e para as empresas.
A ideia agora é ter um produto só, mais fácil de usar. Antes, a divisão interna acabava criando uma bagunça para o usuário, que não entendia direito as diferenças e como aproveitar a ferramenta. A própria Microsoft admitiu que o modelo antigo não estava funcionando.
Essa mudança vem em um momento crítico. Enquanto o Copilot tem cerca de 150 milhões de usuários por mês, seus concorrentes estão muito na frente. O Gemini, do Google, passa dos 650 milhões, e o famoso ChatGPT já bate 900 milhões de usuários por semana.
Para tentar virar o jogo, a gigante da tecnologia colocou um novo chefão no comando do produto. Jacob Andreou agora é o vice-presidente executivo do Copilot, responsável por fazer a coisa toda funcionar de um jeito mais simples e direto para todo mundo.
Enquanto isso, Mustafa Suleyman, que tinha sido contratado há pouco tempo para cuidar do Copilot para o consumidor, vai focar em outra missão: desenvolver os novos e mais potentes modelos de inteligência artificial da empresa, pensando no futuro.
Apesar dos problemas, a Microsoft segue apostando alto na tecnologia. A empresa está investindo para adicionar novas funções e encontrar formas de ganhar dinheiro com o assistente, mostrando que a briga pela liderança em IA está longe de acabar.







