Tim Cook, o chefão da Apple, botou um ponto final nos boatos sobre sua aposentadoria. Em entrevista a um programa de TV americano, ele foi claro: não tem planos de deixar o comando da empresa do iPhone, onde já trabalha há quase trinta anos.
A fala de Cook vem em um momento delicado para a Apple. Vários diretores importantes pediram as contas nos últimos meses, incluindo gente das áreas de inteligência artificial e design, o que gerou um clima de instabilidade na empresa.
A principal cobrança em cima da Apple é sobre inteligência artificial. Enquanto outras empresas avançam, a gigante da tecnologia parece estar ficando para trás. A assistente Siri, por exemplo, ainda não recebeu a grande atualização que todos esperavam.
Para não ficar totalmente de fora, a Apple fechou um acordo para usar a tecnologia Gemini, do Google, nos seus iPhones. Para alguns especialistas, isso mostra uma dependência preocupante do seu maior concorrente no mercado.
Apesar das críticas, Tim Cook defendeu a estratégia da empresa. Ele disse que a Apple leva a inteligência artificial a sério, mas que está focada em fazer as coisas com cuidado, sempre pensando na privacidade dos dados de quem usa seus produtos.
Com a empresa prestes a completar 50 anos, o mercado espera grandes novidades, como um possível iPhone dobrável. Mesmo com essa pressão por um novo ciclo, Cook deixou claro que a mudança de liderança não está nos planos por agora.







