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Google usina a gás em Illinois com captura de 90% das emissões

Usina a gás em Illinois do Google terá tecnologia para capturar 90% do CO₂, melhorando a sustentabilidade de seus data centers.

Redação ChicoSabeTudo
04 de dezembro, 2025 · 05:45 1 min de leitura
(Imagem: Novikov Aleksey / Shutterstock.com)
(Imagem: Novikov Aleksey / Shutterstock.com)

O Google anunciou a construção de uma usina a gás natural em Illinois, nos Estados Unidos, voltada para alimentar seus data centers de Inteligência Artificial com energia de baixo impacto ambiental. A nova instalação contará com a tecnologia de Captura e Armazenamento de Carbono (CCS), que promete uma captura de quase 90% das emissões de carbono, permitindo que o consumo energético do gigante da tecnologia se torne mais sustentável.

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Este acordo de compra de energia com a Broadwing Energy representa um avanço significativo na tentativa de minimizar a pegada de carbono dos centros de dados, que consomem mais de 100 megawatts de energia em grande escala. A CCS é uma tecnologia que retém o dióxido de carbono (CO₂) antes que ele atinja a atmosfera e o armazena em forma subterrânea, contribuindo para a meta de redução de gases de efeito estufa.

A usina de 400 megawatts, projetada para capturar a maioria das emissões, utilizará um poço de injeção que já faz parte de um projeto anterior de armazenamento em larga escala na região. O CO₂ será injetado na formação de arenito Mount Simon, um aquífero salino profundo com capacidade de armazenamento estimada entre 27 e 109 gigatoneladas de CO₂.

“A captura e o armazenamento de carbono são necessários para abrandar as alterações climáticas”, declarou Ramesh Agarwal, professor de engenharia da Universidade de Washington.

Embora a tecnologia tenha o potencial de transformar a matriz energética dos data centers da empresa, também levanta questionamentos sobre segurança, já que houve incidentes como o rompimento de um oleoduto no Mississippi. Apesar dos riscos, iniciativas como a do Google são vistas como essenciais para atender à crescente demanda por energia na era da Inteligência Artificial.

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