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Estudo mostra que IA gera imagens realistas que confundem

Pesquisadores alertam que a IA pode gerar imagens tão realistas que dificultam a identificação de falsificações visuais, como deepfakes.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
09 de novembro, 2025 · 17:03 1 min de leitura
Imagem: Layse Ventura via ChatGPT / Olhar Digital
Imagem: Layse Ventura via ChatGPT / Olhar Digital
PI 637

A capacidade da inteligência artificial (IA) de criar imagens que se assemelham a fotografias reais gerou preocupações sobre a autenticidade de registros visuais, segundo um estudo recém-publicado por universidades do Reino Unido e de Israel. Os pesquisadores demonstraram que mesmo imagens de pessoas reais geradas por IA podem ser indistinguíveis de fotografias autênticas, acendendo um alerta sobre os riscos associados aos chamados ‘deepfakes’.

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No experimento, conduzido por instituições como a Universidade de Swansea e a Universidade de Ariel, voluntários de diversos países, incluindo Estados Unidos e Reino Unido, participaram de testes onde precisavam identificar quais imagens eram verdadeiras. Os resultados mostraram que a maioria dos participantes teve dificuldades em distinguir as criações da IA, evidenciando a eficácia das novas ferramentas em enganar mesmo aqueles que conheciam bem os rostos.

Os testes incluíram famosas personalidades como Paul Rudd e Olivia Wilde, em que os voluntários falharam em identificar as versões geradas por computador. Com isso, o estudo salienta a crescente dificuldade de verificação de autenticidade e a potencial manipulação da opinião pública através da disseminação de imagens falsas.

Jeremy Tree, da Escola de Psicologia, destacou que nem a familiaridade com os rostos nem a utilização de imagens de comparação foram efetivas para ajudar os participantes na identificação das falsificações. “Precisamos urgentemente encontrar novas maneiras de detectá-las”, afirmou Tree.

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Além dos desafios, a pesquisa enfatiza tanto as oportunidades oferecidas pela tecnologia como os perigos que ela acarreta, como a utilização de imagens falaciosas para desinformação ou para promover campanhas políticas. À medida que a tecnologia continua a evoluir, a responsabilidade de identificar fraudes visuais permanece, por ora, nas mãos dos usuários, que devem manter uma postura crítica em relação às imagens criando uma fachada de perfeição.

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