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Escolas estaduais da Bahia podem ganhar até R$ 5 mil com projetos de sustentabilidade; inscrições abertas

Segunda edição do Prêmio EcoInovar 2026 aceita propostas sobre saneamento, energia limpa e educação ambiental; prazo vai até 27 de julho e participação é gratuita.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Serviço
08 de junho, 2026 · 06:12 3 min de leitura
Estudantes de escola estadual da Bahia trabalhando em projeto científico sustentável em sala de aula
Estudantes de escola estadual da Bahia trabalhando em projeto científico sustentável em sala de aula

Estudantes e professores da rede estadual da Bahia têm até o dia 27 de julho para se inscrever na segunda edição do Prêmio EcoInovar 2026, iniciativa do Programa A TARDE Educação, do Grupo A TARDE. O objetivo é fomentar a produção científica, a inovação e o desenvolvimento de soluções sustentáveis dentro das escolas públicas baianas. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial: atardeeducacaopremia.atarde.com.br.

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Podem participar equipes formadas por um professor orientador e até cinco estudantes, matriculados em escolas estaduais de sete municípios: Salvador, Lauro de Freitas, Vitória da Conquista, Feira de Santana, Simões Filho, Catu e Itabuna. Cada equipe pode inscrever apenas um projeto, na categoria correspondente ao seu município e nível de ensino.

A premiação desta edição está dividida em duas categorias temáticas. A primeira, voltada a estudantes do Ensino Fundamental II e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) de Salvador, Lauro de Freitas, Vitória da Conquista e Feira de Santana, trata de educação ambiental, cidadania e direito ao saneamento básico. Os projetos devem abordar temas como acesso à água potável, esgotamento sanitário ou gestão de resíduos sólidos.

A segunda categoria, chamada Minha Escola Sustentável — Energia para o Futuro, é destinada a estudantes do Fundamental II, Ensino Médio e EJA de Simões Filho, Catu, Itabuna e Feira de Santana. O foco é em eficiência energética, energias limpas e renováveis e práticas sustentáveis no ambiente escolar, incluindo o uso consciente do gás natural.

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Os trabalhos precisam ser apresentados no formato de projeto científico, com entre cinco e 15 páginas, seguindo normas técnicas como fonte Times New Roman ou Arial tamanho 12, espaçamento de 1,5 e margens de 2,5 cm. O projeto deve conter introdução, justificativa, objetivos, metodologia e referências bibliográficas. O professor orientador é o responsável pela inscrição e pela documentação. Para estudantes menores de idade, é obrigatória a autorização assinada pelo responsável legal.

Os três melhores projetos de cada categoria avançam para uma etapa de tutoria, com acompanhamento técnico e pedagógico à distância. Nessa fase, segundo informações divulgadas pela organização do prêmio, as equipes finalistas podem receber apoio de até R$ 1 mil para aquisição de materiais e insumos, repassado por meio de cartão pré-pago nominal ao professor orientador. Os finalistas serão divulgados em 11 de agosto.

Os vencedores receberão recursos financeiros destinados à implementação, continuidade ou ampliação dos projetos. Na edição anterior, realizada em 2025, os primeiros colocados de cada categoria conquistaram o prêmio máximo de R$ 5 mil. A avaliação considera critérios de sustentabilidade, inovação, engajamento comunitário e valorização da cultura local.

O EcoInovar já tem histórico consolidado na rede estadual baiana. Na primeira edição, realizada em 2025, a premiação mobilizou escolas de municípios como Jequié, Irecê, Maracás, Candeias e Ilhéus, com projetos que transformaram resíduos como conchas, fibra de coco e materiais eletrônicos em soluções aplicáveis nas próprias comunidades escolares.

As escolas participantes precisam formalizar a adesão por meio de um Termo de Cooperação com o Grupo A TARDE. Informações completas, regulamento e modelos de autorização estão disponíveis no site oficial do prêmio.

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