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Android terá 'modo ladrão' em novos celulares a partir de dezembro

Novo 'modo ladrão' no Android bloqueará telas automaticamente em casos de furto e impede restauração sem autorização.

Redação ChicoSabeTudo
13 de novembro, 2025 · 12:12 1 min de leitura
(Imagem: DedMityay/Shutterstock)
(Imagem: DedMityay/Shutterstock)

A partir de dezembro, novos celulares Android vendidos no Brasil passarão a contar com um recurso conhecido como "modo ladrão", oficialmente denominado "Proteção contra Roubo". Esse sistema, que utiliza inteligência artificial (IA), tem como função detecção e bloqueio automáticos da tela do dispositivo em situações suspeitas de furto.

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O "modo ladrão" foi desenvolvido com o objetivo de combater o crescente número de roubos de celulares no Brasil, um dos países com maior incidência desse tipo de crime. O recurso é aplicado a qualquer aparelho que seja configurado pela primeira vez ou restaurado para as configurações de fábrica. A funcionalidade principal, a detecção de furto, é compatível a partir do Android 10 e recebe melhorias nas versões subsequentes.

A primeira proteção se dá por meio do Bloqueio por Detecção de Roubo, que identifica movimentos bruscos características de um roubo, como quando o aparelho é arrancado das mãos do usuário. Quando a IA suspeita de um furto, a tela é imediatamente bloqueada e um aviso é mostrado indicando que o dispositivo foi travado para resguardar as informações. Em segundo lugar, a função de Bloqueio Remoto permite ao proprietário travar o aparelho ou apagar dados à distância, mesmo na ausência da senha da conta Google.

Além disso, novas versões do Android, como o 16, introduzem funcionalidades adicionais, incluindo a exigência de autenticação biométrica para ajustes em configurações sensíveis fora dos âmbitos de segurança definidos pelo usuário. Outra inovação é a Proteção de Restauração de Fábrica, que impede que um dispositivo seja reconfigurado sem as credenciais do proprietário original.

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Esse sistema já está sendo utilizado pela Polícia Militar de São Paulo, que desde 2025 já realizou mais de cinco mil acionamentos, visando coibir o acesso a dados pessoais e informações confidenciais armazenadas nos aparelhos.

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