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Saúde

Zumbido no ouvido: 10% da população sofre com tinnitus

Zumbido no ouvido afeta 10% a 15% da população e pode impactar a qualidade de vida, gerando ansiedade e dificuldades no sono.

Redação ChicoSabeTudo
07 de novembro, 2025 · 01:51 1 min de leitura
Mulher sofrendo com zumbido / Crédito: Pixel-shot (shutterstock/reprodução)
Mulher sofrendo com zumbido / Crédito: Pixel-shot (shutterstock/reprodução)

Cerca de 10% a 15% da população sofre com zumbido no ouvido, um sintoma conhecido como tinnitus, que se caracteriza pela percepção de sons inexistentes, como chiados e apitos. Esse incômodo pode comprometer a qualidade de vida, afetando o sono e provocando ansiedade.

O que causa o zumbido no ouvido?

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Existem diversas causas para o zumbido. A perda auditiva é uma das mais comuns, que pode ocorrer devido ao envelhecimento ou à exposição a ruídos altos. Quando as células do ouvido interno são danificadas, o cérebro tenta compensar a falta de estímulo auditivo, resultando em tinnitus.

Outra causa significativa é o acúmulo de cera, que pode bloquear o canal auditivo e causar zumbido. A remoção da cera por um profissional é muitas vezes suficiente para resolver o problema. Infecções e inflamações no ouvido, como a otite média, também podem levar ao zumbido temporário, acompanhado por dor e febre, sendo tratado com antibióticos e anti-inflamatórios.

Problemas na articulação temporomandibular (ATM), que conecta a mandíbula ao crânio, podem causar zumbido e dor facial. Lesões na cabeça ou pescoço também são fontes de tinnitus, surgindo de forma súbita e frequentemente acompanhadas de tontura.

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Além disso, doenças crônicas como hipertensão e diabetes afetam o fluxo sanguíneo do ouvido interno, enquanto alguns medicamentos podem ter efeitos ototóxicos e induzir zumbido. Por fim, o estresse e a ansiedade desempenham um papel significativo, pois podem intensificar a percepção do sintoma.

A compreensão dessas causas é crucial para um tratamento eficaz. Em caso de sintomas persistentes, é recomendada a consulta a um médico otorrinolaringologista, que pode realizar uma avaliação adequada e propor intervenções.

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