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Saúde

Adesivo inovador para tratar câncer de pele é testado por pesquisadores da Unicamp

Novo método utiliza mistura de prata com anti-inflamatório em formato de curativo para evitar cirurgias e cicatrizes no rosto

Redação ChicoSabeTudo
04 de maio, 2026 · 04:27 1 min de leitura

Pesquisadores da Unicamp, liderados pela oncologista Carmen Silvia Passos Lima, estão desenvolvendo um tratamento revolucionário para o câncer de pele que funciona como um adesivo. O método utiliza uma membrana de celulose que libera um composto de prata e nimesulida diretamente sobre a lesão.

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A grande vantagem dessa novidade é evitar as cirurgias tradicionais. Hoje, para retirar o câncer, médicos precisam cortar partes da pele, o que muitas vezes deixa cicatrizes visíveis ou causa problemas funcionais em áreas sensíveis como lábios, nariz e mãos.

Diferente de pomadas comuns que saem com o movimento ou atingem a pele saudável, o adesivo mantém o remédio agindo no lugar certo. Em testes com animais, o curativo conseguiu diminuir ou até sumir com os tumores sem causar efeitos colaterais nos rins ou no fígado.

Atualmente, a pesquisa está na fase de testes com humanos para definir a dose ideal. Seis pacientes participam desta etapa inicial para garantir que o medicamento seja seguro e não cause irritações graves na pele ou problemas no sangue.

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Além de ser menos agressivo que a cirurgia, o novo tratamento pode ser uma alternativa para o SUS. Hoje, alguns remédios modernos são caros demais para a rede pública, e esse adesivo surge como uma esperança de tratamento eficaz e mais acessível para a população.

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