O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), reafirmou que está na disputa pela Presidência da República em 2026. A declaração coloca fim aos boatos de que ele abriria mão da cabeça de chapa para atuar como vice em uma possível candidatura do senador Flávio Bolsonaro.
Durante evento realizado em São Paulo, Zema deixou claro que pretende seguir com o projeto próprio. Ele destacou que já conversou com o ex-presidente Jair Bolsonaro, reforçando a estratégia de ter vários nomes da direita no primeiro turno para se unirem apenas na etapa final da eleição.
Entre as principais propostas apresentadas pelo político estão medidas rígidas na segurança pública e na economia. O pré-candidato defende a privatização de empresas estatais e a criação de uma alternativa à CLT para os trabalhadores.
No campo jurídico e penal, Zema propõe o endurecimento das leis, incluindo a redução da maioridade penal e o fim definitivo das saídas temporárias de presos, as famosas saidinhas. Ele também sugeriu classificar facções criminosas como grupos terroristas.
O ex-governador também tocou em um ponto polêmico ao afirmar que, caso seja eleito, pretende apoiar a anistia para as pessoas condenadas pelos atos ocorridos no dia 8 de janeiro em Brasília.
Com foco inicial em Belo Horizonte e São Paulo, Zema deve intensificar a agenda pelo país nos próximos meses para consolidar seu nome como uma opção viável dentro do campo da direita brasileira.







