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Política

Uefs registra discussão durante retirada de adesivos em Feira de Santana

Grupo do partido Missão diz que agiu após reclamações; DCE convoca mobilização nesta sexta-feira na universidade

Redação ChicoSabeTudo
02 de outubro, 2026 · 18:46 2 min de leitura

Uma confusão entre estudantes e integrantes do partido Missão foi registrada em vídeo na quinta-feira (1º), dentro do campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), em Feira de Santana.

O grupo ligado ao partido foi à universidade para retirar adesivos de campanha política espalhados pela instituição. As imagens mostram uma discussão durante a remoção dos materiais.

A candidata a deputada federal Raila Soiran, do partido Missão, afirmou que a equipe recebeu reclamações de estudantes sobre os adesivos. Segundo ela, os integrantes não usavam bandeiras, camisas ou outros materiais de campanha durante a ação.

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Raila relatou que houve troca de acusações e ofensas verbais. De acordo com a candidata, estudantes chamaram os integrantes do partido de "fascistas" e fizeram "uma ameaça de agressão física contra ela". Ela negou que o grupo do Missão tenha praticado agressão física e disse que a intenção era somente retirar os adesivos.

O Diretório Central de Estudantes (DCE) da Uefs apresentou outra versão. A entidade afirmou que pessoas ligadas ao MBL e ao partido Missão teriam ido ao campus para "depredar patrimônio público, intimidar estudantes e até mesmo partir para agressão". O DCE também publicou: "Na universidade pública, fascista não se cria!". A entidade disse ainda que o movimento estudantil não aceitará ações contra a instituição.

O DCE marcou um ato para esta sexta-feira (2), a partir das 9h, na Praça do Pôr do Sol. A mobilização deve reunir estudantes, professores e outras pessoas em defesa da universidade pública e contra o que a entidade chama de "fascismo".

Não foi localizada nota oficial da Uefs, registro de órgão de segurança ou cobertura independente que confirme as acusações de depredação e agressão atribuídas pelo DCE. Também não há confirmação independente sobre a ameaça relatada por Raila Soiran. As versões apresentadas pelas partes permanecem sem confirmação própria nos materiais consultados.

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