O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (26), interromper a continuidade da CPMI do INSS. Por maioria de votos, os ministros derrubaram a decisão individual de André Mendonça, que havia autorizado a prorrogação dos trabalhos da comissão no início da semana.
O placar do julgamento em plenário fechou em 5 a 2 contra a manutenção da liminar. O ministro Flávio Dino abriu a divergência que acabou vencendo o relator, sendo acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli.
A decisão de Mendonça, agora anulada, atendia a um pedido do senador André Viana (Podemos-MG), presidente da comissão. Com a queda da liminar, a CPMI perde o prazo extra que havia sido conquistado para realizar novos depoimentos e analisar documentos sigilosos.
Apenas o ministro Luiz Fux votou a favor de manter a decisão de Mendonça. Com o resultado, as atividades de investigação parlamentar sobre o INSS ficam comprometidas, já que a ratificação do plenário era obrigatória para validar o tempo adicional de funcionamento.







