O ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, usou suas redes sociais na noite da última terça-feira para reafirmar sua inocência diante das graves acusações de assédio sexual que levaram à sua queda do governo.
No vídeo publicado, Almeida rebateu o rótulo de homem poderoso, argumentando que, se realmente tivesse influência, não teria sido exonerado em menos de 24 horas. Ele questionou a rapidez da decisão do Palácio do Planalto, alegando que não houve espaço para apresentar sua versão dos fatos antes da demissão.
O ex-ministro também fez um desabafo sobre questões sociais, associando a forma como foi tratado ao estigma enfrentado por homens negros na sociedade brasileira. Para ele, a condução do caso por parte do governo federal foi precipitada e careceu de uma investigação mais profunda.
Silvio Almeida deixou o comando do ministério no dia 6 de setembro de 2024, logo após as primeiras denúncias virem à tona. Na ocasião, o presidente Lula declarou que a situação era insustentável e que a gravidade das queixas impedia a continuidade do ministro no cargo.







