Última hora
PMPA - 5736
Política

"Se eu tivesse medo de homem, eu não morava no BTN": clima esquenta na Câmara de Paulo Afonso após fala de Rubinho do Kenio

Sessão desta segunda-feira (1º) foi marcada por bate-boca entre o vereador e apoiadores do governo na plateia; parlamentar cobrou pagamento de rescisões.

Redação ChicoSabeTudo
01 de dezembro, 2025 · 12:00 1 min de leitura
Imagem: YouTube/Reprodução
Imagem: YouTube/Reprodução

A sessão da Câmara Municipal de Paulo Afonso, realizada na manhã desta segunda-feira, 1º de dezembro, foi marcada por momentos de forte tensão e bate-boca. O vereador Rubinho do Kenio protagonizou um embate direto com manifestantes presentes na galeria da Casa Legislativa, após tecer críticas à gestão do Executivo Municipal.

Publicidade

O clima pesou quando o parlamentar abordou o atraso no pagamento de rescisões trabalhistas. As declarações de Rubinho geraram reação imediata de um grupo de apoiadores do governo que acompanhava a sessão, iniciando uma série de interrupções e gritos contra o vereador.

Recusando-se a interromper o discurso, Rubinho reagiu às manifestações da plateia, afirmando que não seria silenciado. "Pode deixar eles fazerem o que quiserem (...). Porque aqui vocês não vão calar a minha boca não, viu?", disparou o vereador na tribuna.

Cobrança de pagamentos e acusações de intimidação

Durante o discurso, Rubinho enfatizou que a prioridade deve ser o cumprimento dos direitos trabalhistas. "Nós queremos é que pague! (...) Ele vai ter que pagar a sua rescisão. Vocês não podem sofrer", declarou, dirigindo-se aos ex-funcionários que aguardam pagamentos.

Publicidade

O vereador também acusou a gestão de enviar pessoas ao plenário com o intuito de coibir a atuação legislativa. "Mandar um monte de 'baba' pra cá, pra intimidar vereador? Não vai intimidar não! Porque aqui tem homem", retrucou.

A frase que marcou a sessão

O ponto alto da discussão ocorreu quando Rubinho do Kenio utilizou sua origem como morador do Bairro Tancredo Neves (BTN) para reforçar que não temeria as pressões sofridas no plenário.

“Nunca fiquei intimidado. Se eu tivesse medo de homem, eu não morava no BTN”, afirmou o vereador.

Publicidade

Leia também