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Previsão de inflação para 2023 é reduzida para 4,46%

Expectativa de inflação é ajustada para 4,46% em 2023, seguindo meta do Banco Central após queda nas tarifas de energia elétrica.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
17 de novembro, 2025 · 13:50 1 min de leitura
Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo
Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, foi revisada de 4,55% para 4,46% em 2023. Essa nova estimativa se encaixa no intervalo da meta de inflação estipulada pelo Banco Central (BC), que é de 3% com um limite de 1,5 pontos percentuais para variações.

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A divulgação ocorreu no boletim Focus da última segunda-feira, 17 de outubro, por meio de pesquisa semanal do BC, em Brasília. Para anos seguintes, a previsão para a inflação em 2026 voltou a ser de 4,2%, enquanto para 2027 e 2028, as expectativas são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A queda na tarifa de energia elétrica foi um dos principais fatores que influenciaram a redução da inflação, que registrou um IPCA de 0,09% em outubro, o mais baixo desde 1998. Comparado aos 0,48% de setembro, este resultado também representou uma diminuição significativa em relação ao valor de 0,56% observado no mesmo mês em 2024.

Nos últimos 12 meses, a inflação acumulou 4,68%, marca que se tornou relevante, pois caiu abaixo de 5% pela primeira vez em oito meses, embora ainda esteja acima do limite máximo estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

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O Banco Central utiliza a taxa básica de juros, a Selic, fixada em 15% ao ano, como uma de suas ferramentas para atingir a meta de inflação. A manutenção da Selic, que ocorreu pela terceira vez consecutiva na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) no início deste mês, é uma resposta à combinação da redução da inflação e do crescimento econômico.

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