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"Não assinei": Leo Kret se defende após ser alvo da Operação Sponsor em Salvador

Ex-vereadora do PDT diz que acionou advogados após MP-BA investigar desvio de R$ 1,1 milhão em verbas de Carnaval em Salvador

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
26 de maio, 2026 · 10:40 1 min de leitura
Imagem: Portal ChicoSabeTudo
Imagem: Portal ChicoSabeTudo

A ex-vereadora Leo Kret (PDT) negou envolvimento no esquema de desvio de recursos públicos investigado pela Operação Sponsor, deflagrada na manhã desta terça-feira (26) pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Em pronunciamento divulgado após a operação, ela afirmou que seu nome foi citado em um contrato que não assinou e que já acionou a defesa.

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"Em primeiro lugar, eu não fui presa e, em segundo lugar, o meu nome foi mencionado por um contrato que eu nem assino. Já acionei os meus advogados e, no momento oportuno, vocês vão saber de toda a situação", declarou Leo Kret. Ela completou: "Todos vocês me conhecem, a Bahia inteira conhece, sabe da minha índole, do meu caráter, sabe do meu trabalho que eu tenho, né, com a população".

A Operação Sponsor apura crimes de peculato, fraudes em licitações e desvio de verbas públicas que deveriam ser destinadas a entidades carnavalescas e organizadores de eventos da comunidade LGBTI+ em Salvador. Sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos em um órgão público, em uma associação e em endereços ligados a cinco pessoas, incluindo servidores municipais.

Segundo o MP-BA, a associação investigada teria recebido mais de R$ 1,1 milhão do Município de Salvador. Os recursos deveriam financiar eventos em 57 bairros da capital baiana e apoiar 18 blocos durante o Carnaval de 2025. As investigações apontam que parte do dinheiro teria sido desviada por meio da entidade, apontada como possível fachada, e teria beneficiado integrantes da própria associação.

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A apuração começou após o Ministério Público receber denúncias de organizadores de eventos e integrantes da comunidade LGBTI+ sobre irregularidades na execução do projeto "Caminhada da Diversidade LGBTI+". A Justiça também determinou o afastamento do presidente e do diretor-geral da associação investigada, além de duas servidoras municipais.

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