O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) está avaliando um pedido de ampliação do aterro sanitário de Salvador, apresentado pela empresa Battre, que é responsável pela operação do local. O processo de análise tem gerado discussões entre ambientalistas, gestores públicos e órgãos de fiscalização.
A ampliação do aterro sanitário, que está sendo solicitada pela Battre, enfrenta forte resistência de grupos ambientalistas. Esses críticos apontam a renovação do contrato da empresa por mais 20 anos como uma medida que não considera adequadamente as questões ambientais e a responsabilidade na gestão do aterro.
Além disso, a situação se complica com a investigação em curso do Ministério Público da Bahia (MP-BA), que já está ciente do pedido de ampliação e das controvérsias que o cercam. O assunto repercutiu também no governo estadual, onde o governador Jerônimo Rodrigues foi informado sobre a situação.
Técnicos do Inema, em resposta às críticas recebidas, afirmam que o processo de análise está sendo realizado com "máxima transparência" e de maneira técnica, visando garantir a conformidade ambiental necessária.
Os próximos passos incluirão a continuidade das análises do Inema e o acompanhamento das investigações do MP-BA, que poderá levar a novos desdobramentos sobre a operação do aterro e o futuro contrato da empresa.







