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Política

Ibama multa Petrobras em R$ 2,5 milhões por vazamento na Foz do Amazonas

O Ibama aplicou uma multa de R$ 2,5 milhões na Petrobras após um vazamento de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. O líquido, de risco médio, é uma preocupação ambiental na área.

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
07 de fevereiro, 2026 · 01:06 2 min de leitura
Foto: Agência Petrobras
Foto: Agência Petrobras

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) impôs uma multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras. A punição chega depois de um vazamento de fluido de perfuração de um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, ocorrido em janeiro deste ano. A informação, divulgada pela agência Reuters, destaca a preocupação ambiental na região.

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De acordo com o Ibama, a Petrobras derramou no mar cerca de 18,44 metros cúbicos de um fluido de perfuração que não é à base de água, ou seja, uma mistura oleosa. Esse líquido é essencial no processo de busca por petróleo e gás, usado para facilitar a perfuração dos poços.

Detalhes do líquido vazado e o impacto ambiental

O órgão ambiental explicou que o fluido que vazou sem querer da Petrobras contém componentes classificados na categoria de risco B. Essa classificação significa que o material é considerado de risco médio, tanto para a saúde das pessoas quanto para o delicado ecossistema aquático da região.

A área da Foz do Amazonas é vista como um local chave para o Brasil encontrar novas reservas de petróleo e gás, com grande potencial para impulsionar a produção do país. No entanto, é também uma região com desafios ambientais e sociais enormes. Por causa dessas complexidades, a licença para explorar poços nessa bacia levou anos para ser discutida e liberada, mostrando o cuidado necessário com o meio ambiente local.

O que acontece agora?

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Com a notificação da multa, a Petrobras tem um prazo de 20 dias para decidir o que fazer: pagar o valor ou apresentar uma defesa para tentar reverter a decisão. Procurada pela Reuters para comentar o caso, a empresa não se manifestou imediatamente sobre o assunto.

A situação reforça o debate sobre a exploração de petróleo em áreas ambientalmente sensíveis e a importância da fiscalização rigorosa por parte de órgãos como o Ibama, para garantir que as atividades econômicas não comprometam o futuro dos nossos ecossistemas.

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