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Política

Hugo Motta trava votação direta do PL da Misoginia e exige maior debate na Câmara

Presidente da Casa defende que proposta contra o ódio às mulheres passe por ritos regimentais antes de ir ao plenário

Redação ChicoSabeTudo
27 de março, 2026 · 12:03 1 min de leitura

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu frear a pressa para votar o chamado Projeto de Lei da Misoginia. Mesmo sob pressão da deputada Erika Hilton (PSOL-RJ), Motta resiste em levar o texto diretamente para a votação em plenário sem passar por discussões prévias.

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Para o parlamentar, o tema é considerado sensível e exige um debate mais profundo entre as lideranças e comissões. A estratégia de Motta é evitar que a proposta seja aprovada no susto, garantindo que o assunto seja amadurecido pelos parlamentares antes de qualquer decisão definitiva.

Em conversas recentes com aliados, o presidente da Casa reforçou que pretende seguir à risca o que diz o regimento interno. Ele argumenta que o foco principal deve ser a criação de medidas práticas que realmente funcionem para aumentar a segurança das mulheres no Brasil.

Apesar da cobrança de setores da esquerda por agilidade, Hugo Motta defende que o eixo central da discussão precisa ser a construção de respostas concretas. Para ele, o rito tradicional da Câmara é o melhor caminho para garantir a eficácia da nova legislação.

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