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Política

Flávio Bolsonaro ganha destaque na imprensa internacional e ataca Lula: 'Colônia chinesa'

Em entrevista ao Financial Times, o senador se posiciona como pré-candidato à presidência e se compara ao filho de Pelé

Redação ChicoSabeTudoRedação · Política
07 de abril, 2026 · 15:44 1 min de leitura

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou ao jornal britânico Financial Times que o presidente Lula está transformando o Brasil em uma "colônia chinesa". A declaração foi dada em uma reportagem publicada nesta terça-feira (7), que traça o perfil do parlamentar como o principal nome da família para a disputa presidencial deste ano.

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Durante a entrevista, Flávio evitou se comparar diretamente ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele revelou que sequer senta na cadeira usada pelo pai no escritório do partido em Brasília, afirmando que jamais chegaria perto do legado dele e comparando a situação ao filho de Pelé em relação ao Rei do Futebol.

O jornal inglês descreve Flávio como uma figura de temperamento mais moderado e um candidato "altamente competitivo". A publicação destaca que, enquanto o pai enfrenta problemas judiciais e o irmão Eduardo vive nos Estados Unidos após ser expulso do Congresso, Flávio tenta herdar o capital político da família com um tom menos agressivo.

Entre as propostas de campanha citadas, o senador defende a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de crimes graves, além de privatizações e redução de impostos. Para tentar conquistar o eleitor de centro, ele reforça que, ao contrário do pai, tomou a vacina contra a Covid-19 publicamente.

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A reportagem internacional também relembrou episódios polêmicos, como as investigações das "rachadinhas" e o desmaio do senador durante um debate na TV em 2016. O texto questiona se Flávio terá resistência emocional para aguentar o ritmo pesado de uma campanha ao Palácio do Planalto.

Ao finalizar as críticas ao atual governo, Flávio Bolsonaro defendeu a necessidade de um comando mais jovem e moderno para o país. Ele alega que Lula é hostil com os Estados Unidos e fecha portas importantes para a economia brasileira ao priorizar excessivamente a China.

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