Dois deputados federais e um suplente do PL, partido do ex-presidente Bolsonaro, estão sendo julgados no Supremo Tribunal Federal (STF) por um esquema de corrupção. A acusação é pesada: teriam cobrado R$ 1,6 milhão em propina.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o dinheiro sujo seria para liberar R$ 6,6 milhões em emendas parlamentares. A verba era destinada à cidade de São José de Ribamar, no Maranhão, entre janeiro e agosto de 2020.
Os parlamentares no centro do escândalo são Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA), além do suplente Bosco Costa (PL-SE). Eles respondem pelos crimes de corrupção passiva e organização criminosa.
A investigação não para nos políticos. Outras cinco pessoas, que seriam ligadas aos deputados, também estão no banco dos réus e enfrentam o mesmo julgamento no Supremo.
O julgamento começou nesta terça-feira (10) na Primeira Turma do STF. O caso está nas mãos dos ministros Cristiano Zanin, que é o relator, Alexandre de Moraes, Flavio Dino e Cármen Lúcia, e deve continuar em outras sessões.







