O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, mandou o recado: a investigação sobre o Banco Master tem que continuar, e sem ninguém se metendo no meio. Ele destacou que o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) já está agindo firme, autorizando prisões preventivas e operações de busca e apreensão.
Para Motta, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal precisam ter liberdade total para fazer seu trabalho. O deputado defendeu que as instituições devem funcionar "sem nenhum tipo de interferência" para que, no fim, quem cometeu algum crime seja devidamente punido.
Falando durante uma entrevista de rádio em Salvador nesta segunda-feira (9), o parlamentar admitiu que esses casos sempre viram arma na política, principalmente em ano de eleição. Ele reconheceu que cada lado tenta usar a história para se dar bem e criar sua própria narrativa.
Apesar disso, Hugo Motta disse que espera que o debate eleitoral não fique só nesse "assunto policialesco". Segundo ele, a conversa tem que ser sobre os problemas reais do povo, como a falta de segurança nas ruas, a geração de emprego e o aumento da renda das famílias.
Motta também aproveitou para listar outras pautas que estão na mira da Câmara, como a regulamentação do trabalho de motoristas e entregadores de aplicativo. Ele afirmou que o Congresso precisa focar em uma agenda que traga "entregas concretas" para a população brasileira.







